O melhor lider de todos os tempos....como ele não há igual
"Cabe-nos cada vez mais dinamizar as pessoas para viverem a sua liberdade própria, para executarem o seu trabalho pessoal, para agirem concretamente na abolição das desigualdades. Para isso mais importante que a doutrinação, é levar as pessoas a pensarem, a criticarem, a discernirem"......Francisco Sá Carneiro
Noticias da Política Actual
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
VERGONHA, SERÁ POSSIVEL
Despacho n.º 8346/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita à empresa Deloitte & Touche, Lda., António José Oliveira Figueira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8347/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita à Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares Rui Manuel Alves Pereira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8348/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita ao Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços Vítor Manuel Gomes Martins Marques Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8349/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Augusto Lopes de Andrade para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8350/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita à empresa Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A.,Arnaldo de Oliveira Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8351/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o assistente operacional Jorge Martins Morais da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8352/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o assistente operacional Jorge Orlando Duarte Vouga do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P., para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8353/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Jorge Henrique dos Santos Teixeira da Cunha para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8354/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa a agente principal da Polícia de Segurança Pública Liliana de Brito para exercer funções de apoio administrativo no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8355/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública José Duarte Barroca Delgado para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8356/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Manuel Benjamim Pereira Martinho para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8357/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Horácio Paulo Pereira Fernandes para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8358/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Custódio Brissos Pinto para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro.
Contaram bem?!!! Treze (13) motoristas para o gabinete do primeiro-ministro! Será que o Sócrates quer montar uma firma de táxis?!
Despacho n.º 8347/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita à Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares Rui Manuel Alves Pereira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8348/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita ao Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços Vítor Manuel Gomes Martins Marques Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8349/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Augusto Lopes de Andrade para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8350/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Requisita à empresa Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A.,Arnaldo de Oliveira Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8351/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o assistente operacional Jorge Martins Morais da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8352/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o assistente operacional Jorge Orlando Duarte Vouga do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P., para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8353/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Jorge Henrique dos Santos Teixeira da Cunha para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8354/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa a agente principal da Polícia de Segurança Pública Liliana de Brito para exercer funções de apoio administrativo no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8355/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública José Duarte Barroca Delgado para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8356/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Manuel Benjamim Pereira Martinho para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8357/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Horácio Paulo Pereira Fernandes para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro·
Despacho n.º 8358/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18 Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Custódio Brissos Pinto para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro.
Contaram bem?!!! Treze (13) motoristas para o gabinete do primeiro-ministro! Será que o Sócrates quer montar uma firma de táxis?!
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Plenario de Militantes
Hoje há plenário de militantes na Concelhia de Matosinhos, onde vai prestada uma homenagem a um militante muito querido de todos ao Sr. Alberto, pelas 21h, compareça a presença de todos é importante.
Não deixe de participar activamente, pois só assim se tomam decisões fortes e com resultados fortes.
O Plenario tem a segunte Ordem de Trabalhos:
-Análise da Situação Politica
-Revisão do Programa do PSD
Não deixe de participar activamente, pois só assim se tomam decisões fortes e com resultados fortes.
O Plenario tem a segunte Ordem de Trabalhos:
-Análise da Situação Politica
-Revisão do Programa do PSD
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
PORTUGAL SERÁ UMA ARGENTINA?
Um dos exemplos da Economia mais paradigmáticos dos erros e dos excessos da política económica é-nos dado pela Argentina no século 20. Nas primeiras décadas desse século, o país experimentou um forte crescimento económico, sendo encarado como um verdadeiro caso de sucesso. No entanto, e contrariamente ao previsto, todo este sucesso foi arruinado nos anos seguintes por uma série de más políticas, que condenaram o país a décadas de desempenho económico medíocre.
As coisas começaram a descambar nos anos 1930, quando o mundo viveu sob a sombra da Grande Depressão. Como a Argentina era um país exportador, o proteccionismo desse período desferiu um rude golpe na economia argentina. Porém, e apesar de alguma volatilidade, as coisas até não estavam a correr mal até que o popular e populista Juan Perón chegou ao poder. Perón apresentou-se como um grande modernizador, um líder que traria o país definitivamente para o seio das nações desenvolvidas. Como? Investindo em infra-estruturas, aumentando a carga fiscal dos malvados dos empresários e dos agricultores, melhorando os salários dos trabalhadores e promovendo uma política de investimentos em sectores campeões nacionais.
As consequências destas políticas foram desastrosas: os défices orçamentais acumularam-se, a dívida pública explodiu, e competitividade da economia foi arruinada. A Argentina nunca mais recuperou. Ainda hoje, várias décadas depois, a Argentina sofre por causa das más políticas de Perón.
Nós também já temos o nosso Juan Perón. Esperemos mas é que não soframos o mesmo destino da Argentina.
As coisas começaram a descambar nos anos 1930, quando o mundo viveu sob a sombra da Grande Depressão. Como a Argentina era um país exportador, o proteccionismo desse período desferiu um rude golpe na economia argentina. Porém, e apesar de alguma volatilidade, as coisas até não estavam a correr mal até que o popular e populista Juan Perón chegou ao poder. Perón apresentou-se como um grande modernizador, um líder que traria o país definitivamente para o seio das nações desenvolvidas. Como? Investindo em infra-estruturas, aumentando a carga fiscal dos malvados dos empresários e dos agricultores, melhorando os salários dos trabalhadores e promovendo uma política de investimentos em sectores campeões nacionais.
As consequências destas políticas foram desastrosas: os défices orçamentais acumularam-se, a dívida pública explodiu, e competitividade da economia foi arruinada. A Argentina nunca mais recuperou. Ainda hoje, várias décadas depois, a Argentina sofre por causa das más políticas de Perón.
Nós também já temos o nosso Juan Perón. Esperemos mas é que não soframos o mesmo destino da Argentina.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Deliberação Conselho Nacional
Nos termos dessa proposta, o PSD espera que o Governo manifeste inequivocamente a sua vontade de alterar a Proposta do OE, no sentido de:
a) Apresentar com clareza a situação do desempenho orçamental em 2010, dando verdade e transparência à situação de partida quanto ao défice real para 2011, e não apenas o défice contabilístico conseguido à custa de medidas de receitas extraordinárias. O Governo tem de esclarecer qual é o défice implícito a partir do qual se pretende alcançar o défice de 4,6% em 2011. Ou seja, o Governo tem de esclarecer qual seria o défice do Estado em 2010, sem medidas adicionais, bem como o valor discriminado das medidas extraordinárias que terão reflexo nas contas públicas deste ano.
b) Ter uma maior ambição no corte da despesa do Estado, nomeadamente ao nível dos consumos intermédios (em que o Governo não apresenta qualquer esforço de redução) e dos subsídios canalizados para o SEE, apontando-se, respectivamente, para um corte de 5% (equivalente em taxa de esforço ao corte de vencimentos na Função Pública) e num corte adicional de 3,5%;
c) Utilizar esse corte adicional da despesa para diminuir drasticamente o sobre-agravamento fiscal previsto, quer em matéria de subida do IVA, quer no que respeita às despesas sociais das famílias para efeito de dedução em IRS.
Assim, torna-se possível reduzir de dois para um ponto percentual o aumento do IVA que a proposta do Governo prevê para 2011. Todavia, esse aumento de um ponto percentual deve ser transitório e, ao longo do próximo ano, o Governo deverá assegurar um novo corte na despesa prevista equivalente ao referido aumento de um ponto do IVA.
Também as deduções fiscais com despesas de saúde, educação e habitação, em sede de IRS, não deverão sofrer qualquer corte proposto pelo Governo. Como forma de estimular a poupança e canalizar subscrição de dívida para o mercado interno, admitimos que tais deduções fiscais sejam pagas em instrumentos de dívida.
d) Suspender, por seis meses, as Parcerias Público-Privadas e as grandes obras, não iniciadas, apesar de contratualizadas, como o TGV, com o objectivo de proceder à sua reavaliação e eventual cancelamento ou renegociação.
e) Manter o cabaz alimentar com IVA a 6%.
f) Aumentar as garantias de monitorização independente das contas públicas e de conhecimento público de todas as entidades que, não constando do OE, têm endividamento que pesa sobre o Estado. Para este efeito, a UTAO deverá ser convertida em agência independente, no âmbito da Assembleia da República, para que, mensalmente, monitorize a evolução das contas públicas e solicitar ao Tribunal de Contas, INE e Banco de Portugal a publicitação da lista das entidades acima referidas.
O Conselho Nacional espera, em face destas propostas, que o Governo assuma as suas responsabilidades e, com humildade democrática, manifeste claramente até à data da votação na generalidade o seu comprometimento em alterar a sua proposta de OE, no sentido de acolhimento dos pressupostos aqui enunciados, devendo apresentar no quadro parlamentar as consequentes modificações em sede de especialidade.
O Conselho Nacional aprova ainda um mandato de confiança à CPN para, em função da resposta do Governo, determinar a posição final a assumir.
Lisboa, 19 de Outubro de 2010.
a) Apresentar com clareza a situação do desempenho orçamental em 2010, dando verdade e transparência à situação de partida quanto ao défice real para 2011, e não apenas o défice contabilístico conseguido à custa de medidas de receitas extraordinárias. O Governo tem de esclarecer qual é o défice implícito a partir do qual se pretende alcançar o défice de 4,6% em 2011. Ou seja, o Governo tem de esclarecer qual seria o défice do Estado em 2010, sem medidas adicionais, bem como o valor discriminado das medidas extraordinárias que terão reflexo nas contas públicas deste ano.
b) Ter uma maior ambição no corte da despesa do Estado, nomeadamente ao nível dos consumos intermédios (em que o Governo não apresenta qualquer esforço de redução) e dos subsídios canalizados para o SEE, apontando-se, respectivamente, para um corte de 5% (equivalente em taxa de esforço ao corte de vencimentos na Função Pública) e num corte adicional de 3,5%;
c) Utilizar esse corte adicional da despesa para diminuir drasticamente o sobre-agravamento fiscal previsto, quer em matéria de subida do IVA, quer no que respeita às despesas sociais das famílias para efeito de dedução em IRS.
Assim, torna-se possível reduzir de dois para um ponto percentual o aumento do IVA que a proposta do Governo prevê para 2011. Todavia, esse aumento de um ponto percentual deve ser transitório e, ao longo do próximo ano, o Governo deverá assegurar um novo corte na despesa prevista equivalente ao referido aumento de um ponto do IVA.
Também as deduções fiscais com despesas de saúde, educação e habitação, em sede de IRS, não deverão sofrer qualquer corte proposto pelo Governo. Como forma de estimular a poupança e canalizar subscrição de dívida para o mercado interno, admitimos que tais deduções fiscais sejam pagas em instrumentos de dívida.
d) Suspender, por seis meses, as Parcerias Público-Privadas e as grandes obras, não iniciadas, apesar de contratualizadas, como o TGV, com o objectivo de proceder à sua reavaliação e eventual cancelamento ou renegociação.
e) Manter o cabaz alimentar com IVA a 6%.
f) Aumentar as garantias de monitorização independente das contas públicas e de conhecimento público de todas as entidades que, não constando do OE, têm endividamento que pesa sobre o Estado. Para este efeito, a UTAO deverá ser convertida em agência independente, no âmbito da Assembleia da República, para que, mensalmente, monitorize a evolução das contas públicas e solicitar ao Tribunal de Contas, INE e Banco de Portugal a publicitação da lista das entidades acima referidas.
O Conselho Nacional espera, em face destas propostas, que o Governo assuma as suas responsabilidades e, com humildade democrática, manifeste claramente até à data da votação na generalidade o seu comprometimento em alterar a sua proposta de OE, no sentido de acolhimento dos pressupostos aqui enunciados, devendo apresentar no quadro parlamentar as consequentes modificações em sede de especialidade.
O Conselho Nacional aprova ainda um mandato de confiança à CPN para, em função da resposta do Governo, determinar a posição final a assumir.
Lisboa, 19 de Outubro de 2010.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
"Tenho de pagar para pagar porque um dia posso querer?"
Contribuinte – Gostava de comprar um carro.
Estado – Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte – Já escolhi. Tenho de pagar alguma coisa?
Estado – Sim. De acordo com o valor do carro (IVA).
Contribuinte – Ah. Só isso.
Estado – E uma "coisinha" para o pôr a circular (selo).
Contribuinte – Ah!
Estado – E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule (ISP).
Contribuinte – Mas, sem gasolina, eu não circulo.
Estado – Eu sei.
Contribuinte – Mas eu já pago para circular.
Estado – Claro.
Contribuinte – Então, vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado – Também. Mas isso é o IVA. O ISP é outra coisa diferente.
Contribuinte – Diferente?
Estado – Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte – Porque existe?
Estado – Há muitos milhões de anos, os dinossauros e o carvão fizeram petróleo. E você paga.
Contribuinte – Só isso?
Estado – Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte – Como assim?
Estado – Tem de pagar para estacioná-lo.
Contribuinte – Para o estacioná-lo?
Estado – Exacto.
Contribuinte – Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado – Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte – Então, pago para circular, pago para conseguir circular e pago por estar parado.
Estado – Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte – Novo?
Estado – É que, se não for novo, tem de pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte – Pago para você ver se pode cobrar?
Estado – Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha…
Contribuinte – Mais uma coisinha?
Estado – Para circular em auto-estradas.
Contribuinte – Mas eu já pago imposto de circulação.
Estado – Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte – Diferente?
Estado – Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte – Só mais isso?
Estado – Sim. Só mais isso.
Contribuinte – E acabou?
Estado – Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros que custa pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte – Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem quisesse?
Estado – Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros é quanto custa.
Contribuinte – Custa o quê?
Estado – Pagar.
Contribuinte – Custa pagar?
Estado – Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte – Pagar custa 25 euros?
Estado – Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte – Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado – Imagine que um dia quer… tem de pagar.
Contribuinte – Tenho de pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado – Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte – E se eu não quiser?
Estado – Paga multa.
Estado – Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte – Já escolhi. Tenho de pagar alguma coisa?
Estado – Sim. De acordo com o valor do carro (IVA).
Contribuinte – Ah. Só isso.
Estado – E uma "coisinha" para o pôr a circular (selo).
Contribuinte – Ah!
Estado – E mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule (ISP).
Contribuinte – Mas, sem gasolina, eu não circulo.
Estado – Eu sei.
Contribuinte – Mas eu já pago para circular.
Estado – Claro.
Contribuinte – Então, vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado – Também. Mas isso é o IVA. O ISP é outra coisa diferente.
Contribuinte – Diferente?
Estado – Muito. O ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte – Porque existe?
Estado – Há muitos milhões de anos, os dinossauros e o carvão fizeram petróleo. E você paga.
Contribuinte – Só isso?
Estado – Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte – Como assim?
Estado – Tem de pagar para estacioná-lo.
Contribuinte – Para o estacioná-lo?
Estado – Exacto.
Contribuinte – Portanto, pago para andar e pago para estar parado?
Estado – Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte – Então, pago para circular, pago para conseguir circular e pago por estar parado.
Estado – Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte – Novo?
Estado – É que, se não for novo, tem de pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte – Pago para você ver se pode cobrar?
Estado – Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha…
Contribuinte – Mais uma coisinha?
Estado – Para circular em auto-estradas.
Contribuinte – Mas eu já pago imposto de circulação.
Estado – Mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte – Diferente?
Estado – Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte – Só mais isso?
Estado – Sim. Só mais isso.
Contribuinte – E acabou?
Estado – Sim. Depois de pagar os 25 euros, acabou.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros que custa pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte – Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem quisesse?
Estado – Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros é quanto custa.
Contribuinte – Custa o quê?
Estado – Pagar.
Contribuinte – Custa pagar?
Estado – Sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte – Pagar custa 25 euros?
Estado – Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte – Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado – Imagine que um dia quer… tem de pagar.
Contribuinte – Tenho de pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado – Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte – E se eu não quiser?
Estado – Paga multa.
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